


Estávamos no Largo da Academia Nacional de Belas Artes e decidimos dar um passeio.
Descemos até ao Cais do Sodré e fomos dar ao "submundo" da noite lisboeta.
Ponto de encontro de marinheiros e outras gentes, o Hamburgo Bar pertence a um alemão, gigante e simpático, que aqui ancorou há 28 anos. A sua mulher russa lê Tolstoi e Dostoievski enquanto, ao ritmo do rock alemão ou da música africana, as luzes vermelhas vão apagando e acendendo.
Os clientes trazem bandeiras, nas quais deixam as suas assinaturas que se alastram até às paredes, mesas, bancos, tecto, chão, escadas... por toda a parte!
Descemos até ao Cais do Sodré e fomos dar ao "submundo" da noite lisboeta.
Ponto de encontro de marinheiros e outras gentes, o Hamburgo Bar pertence a um alemão, gigante e simpático, que aqui ancorou há 28 anos. A sua mulher russa lê Tolstoi e Dostoievski enquanto, ao ritmo do rock alemão ou da música africana, as luzes vermelhas vão apagando e acendendo.
Os clientes trazem bandeiras, nas quais deixam as suas assinaturas que se alastram até às paredes, mesas, bancos, tecto, chão, escadas... por toda a parte!





















