
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
domingo, 18 de fevereiro de 2007
sábado, 17 de fevereiro de 2007
ARC(Ã)O
Os meus donos foram a Madrid ver a Feira de Arte Contemporânea ARCO'07.

"Maria and Pulgarcito" de Gabriel de la Mora (da Galeria OMR, do México).



"Maria and Pulgarcito" de Gabriel de la Mora (da Galeria OMR, do México).


Belos cães! (Os meus donos estavam com pressa e esqueceram-se de ver o nome do artista... do artista que tirou estas duas fotografias... não estou a falar do artista que está em pé! Se alguém souber, diga-me!)
16.02.07

Fez anos uma "galinha" parecida com
esta do Vinícius de Moraes:
A Galinha d'Angola
Coitada, coitadinha
Da galinha-d'Angola
Não anda ultimamente
Regulando da bola
Ela vende confusão
E compra briga
Gosta muito de fofoca
E adora intriga
Fala tanto
Que parece que engoliu uma matraca
E vive reclamando
Que está fraca
Tou fraca! Tou fraca!
Tou fraca! Tou fraca! Tou fraca!
Coitada, coitadinha
Da galinha-d'Angola
Não anda ultimamente
Regulando da bola
Come tanto
Até ter dor de barriga
Ela é uma bagunceira
De uma figa
Quando choca, cocoroca
Come milho e come caca
E vive reclamando
Que está fraca
Tou fraca! Tou fraca! Tou fraca!
Mas eu gosto muito dela!
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Cão

Cão passageiro, cão estrito
Cão rasteiro cor de luva amarela,
Apara lápis, fraldiqueiro,
Cão liquefeito, cão estafado
Cão de gravata pendente,
Cão de orelhas engomadas,
de remexido rabo ausente,
Cão ululante, cão coruscante,
Cão magro, tétrico, maldito,
a desfazer-se num ganido,
a refazer-se num latido,
cão disparado: cão aqui,
cão além, e sempre cão.
Cão marrado, preso a um fio de cheiro,
cão a esburgar o osso
essencial do dia a dia,
cão estouvado de alegria,
cão formal de poesia,
cão-soneto de ão-ão bem martelado,
cão moido de pancada
e condoído do dono,
cão: esfera do sono,
cão de pura invenção, cão pré fabricado,
cão espelho, cão cinzeiro, cão botija,
cão de olhos que afligem,
cão problema...
Sai depressa, ó cão, deste poema!
Alexandre O'Neill
domingo, 11 de fevereiro de 2007
sábado, 10 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Lixo



O pêlo do Teddy pôs fim a (mais) um aspirador. Agora o lixo é apanhado ao ritmo da sibilante vassoura.
O Teddy larga tanto pêlo (um pouco mais do que eu) que, ao fim do dia, o chão desta casa parece o de um salão de cabeleireiro.
No meio dos nossos pêlos, poeira, cotão, fibras de roupas, os pauzinhos e o restante lixo que trazemos da rua!
Há quem saiba aproveitar bem o lixo! Foi o caso de Robert Morris, no seu Threadwaste, de 1968.
O Teddy larga tanto pêlo (um pouco mais do que eu) que, ao fim do dia, o chão desta casa parece o de um salão de cabeleireiro.
No meio dos nossos pêlos, poeira, cotão, fibras de roupas, os pauzinhos e o restante lixo que trazemos da rua!
Há quem saiba aproveitar bem o lixo! Foi o caso de Robert Morris, no seu Threadwaste, de 1968.
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