Uma grua caiu ao mar da Ericeira, no Sábado. Fui espreitar (como aqueles "mirones" que gostam de ver os acidentes), mas quando cheguei lá, nem consegui olhar! Cá para mim, ela atirou-se, pensando que aquilo era mais fundo, bateu com a cabeça e pumba!
Continuei o meu passeio e de repente... "O que é isto?! Terá ficado alguém debaixo da outra grua?"
"Ai... ai... ai... o que é que eu faço?", disse eu, olhando para todos os lados. "Bem... se ainda ninguém deu por isso, vou ver se abandono o local do crime! De forma camuflada para ver se ninguém me vê! Deve estar aí a chegar a equipa do CSI!"
Ora isso é sinónimo de: 1 - passar a noite em claro, com medo que alguém mo tente roubar; 2 - arranjar esconderijos decentes para o osso, sempre que me apetecer fazer uma pausa; 3 - apanhar no focinho cada vez que mostro os dentes ou rosno... quando alguém se aproxima do MEU OSSO;
4 - estar preparado para, com tristeza, ver os osso ir parar ao caixote do lixo... depois de uma demonstração de posse do referido petisco.
Os meu donos fizeram pão! E ficou bom... Ao fim de três horas a olhar para a máquina, ela lá apitou. "Max, olha o pão!", disseram eles. "Olha o CÃO?!", pensei eu... "Agora inventam tudo! Até máquinas de fazer cães!!!" Ah! Afinal, não era nenhum cão... era um pão; foi só uma grande confusão!
(Não foi possível fotografar o pão inteiro, porque mal ele saiu da máquina começou logo a ser devorado.)
Isto nunca mais acaba! Já estou cansado de tanta chuva... ainda por cima sou obrigado a sair à rua assim, mascarado com este fato quase ridículo!!! Os meu donos dizem que é impermeável... Há alturas em que é preferível ficar apreciar a natureza cá dentro de casa... além disso, dessa forma não molho o penso!